quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Sem sentido

Vai levando o tempo feito brisa de mar

Encanta com aroma de pétalas de rosa

Surge de uma vida inconstante e passageira

Nostálgico encanto marítimo flutuado sobre névoas brancas

Sem tempo levado como chuva de neve

Inconstantes olhos opacos e descontentes

Pressuposto de nascimento reluzente

Corpo despelado em forma de alma presente

Já conheço o bem do pensamento desconexo

Separa-se do óbvio e se faz de encanto

Sobre o aviso do descaso, o coração parado

Sobrevivência de angustia sem mundo

Ressurja vida e chame a paranóia

Com palavras sem sentido em breve

Descanso com sentido de pausa

No sentido algum

No motivo nenhum

Na coerência alguma

Nas palavras simplesmente soltas

Em um papel em branco