Vai levando o tempo feito brisa de mar
Encanta com aroma de pétalas de rosa
Surge de uma vida inconstante e passageira
Nostálgico encanto marítimo flutuado sobre névoas brancas
Sem tempo levado como chuva de neve
Inconstantes olhos opacos e descontentes
Pressuposto de nascimento reluzente
Corpo despelado em forma de alma presente
Já conheço o bem do pensamento desconexo
Separa-se do óbvio e se faz de encanto
Sobre o aviso do descaso, o coração parado
Sobrevivência de angustia sem mundo
Ressurja vida e chame a paranóia
Com palavras sem sentido em breve
Descanso com sentido de pausa
No sentido algum
No motivo nenhum
Na coerência alguma
Nas palavras simplesmente soltas
Em um papel em branco